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| Wallace Carothers |
"Charles Stine, vice presidente da DuPont, revelou a descoberta em 1939 na New York World’s Fair, introduzindo o nylon em sua forma têxtil para um grupo de três mil mulheres, ao invés de reunir a sociedade científica da época. No final do mesmo ano ocorreu a sua comercialização para o grande público, causando alvoroço e o interesse ávido das consumidoras – 64 milhões de meias-calças vendidas em apenas um ano.
"O nylon foi usado inicialmente nas cerdas da escova de dente, em suturas cirúrgicas e linhas de pesca. Para além das meias-calças femininas e de seu uso no vestuário em geral (roupa íntima, moda praia, trajes esportivos…), tal material ainda está presente nas cordas de instrumentos musicais, canos, paraquedas, engrenagens, pneus, entre outros.
"É incrível que consiga, ao mesmo tempo, ser capaz de parar um projétil mas também confeccionar roupas confortáveis e maleáveis.
"É incrível que consiga, ao mesmo tempo, ser capaz de parar um projétil mas também confeccionar roupas confortáveis e maleáveis.
"Durante o período da Segunda Guerra Mundial, a seda se tornou escassa. O nylon, portanto, firmou-se como seu substituto sintético. Acessórios e elementos do universo militar passaram a utilizar o novo material. O governo americano criou uma campanha para que as mulheres doassem suas meias-calças para a confecção de paraquedas, por exemplo.
O Tio Sam decidiu que poderia dar melhor uso para o nylon das meias-calças do que adornar as pernas femininas. Após o término da guerra em 1945 os produtos confeccionados com o nylon voltaram às lojas, confirmando o seu enorme sucesso, assim como uma grande revolução no mundo têxtil – principalmente para a moda feminina vindoura.
O Tio Sam decidiu que poderia dar melhor uso para o nylon das meias-calças do que adornar as pernas femininas. Após o término da guerra em 1945 os produtos confeccionados com o nylon voltaram às lojas, confirmando o seu enorme sucesso, assim como uma grande revolução no mundo têxtil – principalmente para a moda feminina vindoura.
"Algumas histórias e lendas envolvem o surgimento da palavra nylon. A versão oficial divulgada pela DuPont diz respeito à organização de um comitê para a criação do termo, sugerindo modificações até alcançar uma pronúncia agradável. Norun > Nuron > Nilon > Nylon
"Um sentimento anti-japonês circulava no período em decorrência dos confrontos militares. Por conseguinte, surge uma versão que ataca o Japão no que se refere a substituição da seda pelo novo material. Os Estados Unidos era uma ameaça para o maior produtor de seda natural, enfraquecendo a liderança da manufatura dessas fibras em terras nipônicas. Cria-se o “slogan”: Now You've Lost, Old Nippon.
"A mais famosa dessas lendas, defendida também pelo expert em história da moda João Braga, conta que o termo inspirou-se no nome de duas cidades.
As primeiras fábricas a produzirem o material localizavam-se nos Estados Unidos (New York) e na Inglaterra (London), assim, diante da necessidade de nomeá-lo, utilizaram as primeiras letras de tais localidades, juntando ambas as iniciais."
Mais antigo que o Nylon, o Rayon não é considerada uma fibra totalmente sintética pois é derivada da celulose, mas também não é uma fibra natural porque demanda-se um processo muito extensivo para transformar celulose em Rayon.
É produzida desde os anos 1880, na França, onde também foi desenvolvida para ser uma alternativa mais barata à seda. Na década de 1920 a DuPont também adquiriu os direitos de fabricação e rapidamente expandiu a produção.
Rayon é usado em uma variedade de aplicações têxteis, incluindo camisas e saias (aparece em ambas as formas de tecido e malha) por ser um tecido que veste bem, é fácil de tingir e é altamente absorvente, embora ele tende a se desgastar mal. Muitos produtos de rayon fiquem amarelados com a idade e podem formar pequenas bolas e áreas de rugosidade onde o tecido é mais fortemente desgastado.
Fontes:
http://www.wisegeek.org/what-is-rayon.htm
http://reperiorevistadearte.wordpress.com/2013/07/29/breve-historia-do-nylon/



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